quinta-feira, 6 de novembro de 2008

MARIA JOSÉ: Definir o amor...

Como definir um sentimento tão complexo, tão cheio de mistérios e dúvidas...
Ao mesmo tempo tão simples, claro e certo...
Como falar de amor sem tentar dar-lhe alguns sinônimos!
Paixão, gratidão, convivência, conhecimento, respeito, beleza, inteligência, troca de experiências...
Não poderiam, estes, em prismas diferentes, sê-los?!
Não é verdadeiramente todos componentes de um?!
Que independente de comportamentos ou regulamentos são dependentes dos elos que conduzem pontos a favor de um todo!!! Não são todos sentimentos interligados?!
Não é por acaso, o amor, um conjunto de sentimentos presentes no desejo de felicidade?!
Estado de graça! Já o definiram.
Que estado é maior do que a felicidade de viver essa graça?!
“O amor é contrário ao ódio”, que nele também se manifesta, como a esponja que absorve a água, como o Sol que consome a escuridão da noite...
Por que pensar em definir o amor!!!
Confundir-se e encontrar-se diante de uma definição exata e contraditória de seu manifestar na vida das pessoas.
Onde viver, passa a ser cada dia, uma renovação dos sentimentos, que vão sendo somados aos já existentes.
Reviver é amar.
Redescobrir é amar.
Amar é deixar-se amar... Buscando ganhar mais sentimentos a serem somados...
Vivendo o amor manifestado pelo pensamento, pelo falar, agir, escrever...
Pela carícia de um beijo, ou um acordar de um tapa.
Pela delícia de um dia, e o seu amargo fim.
Pelos bons momentos vividos, e a angústia da saudade.
Pela força da insegurança, e a fraqueza da segurança...
Definir o amor,
é definir a vida, a morte, a felicidade...
Definições paradoxais que não satisfazem...
Apenas satisfazendo o desejo de pensar porque temos necessidade de definir o indefinível!!!

Um comentário:

Unknown disse...

Me identifiquei mto com esse texto...a maior parte do meu tempo leio textos assim,pq me faz lembrar tempos passados talvez ou que talvez venha acontecer em minha vida..